sexta-feira, 6 de março de 2015

IMPACTO DE UMA OSTOMIA DE ELIMINAÇÃO

O aumento dos valores anuais da população ostomizada apresenta-se como um dos maiores desafios, não só para as instituições que lidam com esta temática e que não estão preparadas para este exponencial acréscimo como para a reformulação das políticas sociais que a sustentam e cuidados a observar com o cuidador informal do sujeito portador de uma ostomia de eliminação.

A abordagem holística da problemática implica uma intervenção multidisciplinar através de dinâmicas concertadas entre todos os interventores do processo, com vista a criar condições de promoção de condições de bem-estar social não só no sentido da (re) integração social do sujeito ostomizado, mas principalmente do seu cuidador 
A percepção de bem-estar social do cuidador é uma condição subjectiva da sociedade para a qual contribuem factores endógenos e exógenos.

O bem-estar subjectivo é uma auto-avaliação da própria vivência e das queixas ou não que lhes estão subjacentes por parte de quem cuida.

Ausência de políticas sociais concertadas, com base na investigação fundamentada sobre a problemática da população alvo, o investigador constatou a ausência de respostas alternativas aos equipamentos tradicionais no sentido de provocar uma resposta às necessidades dos sujeitos autónomos, mas que necessitam de apoio de retaguarda, as unidades de apoio específico. A ausência de uma visão estratégica por parte do Estado, traduzindo respostas desconcertadas e isentas de supervisão, técnica e financiamento, bem como a aceitação de experiencias novas.

Vitor Bento Munhão
Assistente Social
(Colaboração Sónia Barroca - Assistente Social)

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